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SÉRIE: Mensagem de DHÂRANÂ ao povo brasileiro. Capítulo #01 DE 10

Esta é a primeira publicação de uma série de 10 capítulos, pertencentes ao artigo “Mensagem de Dhâranâ ao Povo Brasileiro”, escrito pelo Professor Henrique José de Souza, em 1925, na revista Dhâranâ n° 0.

Vamos publicá-los em nosso Blog, duas vezes por semana, nos meses de Maio e Junho de 2021.

São palavras de uma riqueza imensurável, trazendo luz e esperança para os dias de hoje.” – Eubiose, 04 de Maio de 2021.

INÍCIO

O altruísmo é o mais nobre privilégio e trabalhar pelo mundo, é a mais alta recompensa da vida. Filosofias, Ciências e Religiões valem por aquilo que nos fizeram mais úteis à Fraternidade Humana. (A. B.)

1 – Que é “Dhâranâ”?

Uma Sociedade mental espiritualista criada no Brasil por determinação de uma das Confrarias Brancas do Oriente (sendo a quinta das sete espalhadas pelo mundo), e com o fim de tornar uma realidade, a Paz e a Fraternidade no planeta que habitamos.

Vejamos o que é uma Confraria se lhe assiste o direito de intervir nos destinos humanos e sociais, e no caso afirmativo, se o momento atual comporta essa intervenção.

Perde-se na noite dos tempos, a história da existência das Confrarias. Basta que se diga que saiam delas, os famosos Faraós, esses sapientíssimos administradores do antigo Egito, e cujos nomes ainda hoje despertam a curiosidade da História, porque sobre os seus despojos, sonegados ao silêncio e respeito multisseculares dos sarcófagos, reconstitui com facilidade, a vida feliz e gloriosa do país que gerara aqueles semideuses.

Nas Confrarias, pois, eram preparadas as personalidades que deviam exercer no mundo a atividade social que as necessidades do momento exigissem. Artes, comércio, ciência, indústria, política, religião, etc., tudo isto, era alimentado pela seiva sagrada que corria daqueles maravilhosos mananciais. Entretanto, existia ainda nas Confrarias do Oriente, um agrupamento de elite, destinada ao sacerdócio das Ciências Ocultas. Eram homens escolhidos e selecionados por uma iniciação especial e onde aquele que recebesse o grau de Adepto, havia revelado, exuberantemente, o valor indispensável para o seu penoso e delicadíssimo mister. E deste modo, quando a humanidade ia progressivamente se afastando do cumprimento dos seus deveres humanos e sociais, e que as nações compostas e dirigidas pelas criaturas assim transviadas, chegavam ao apogeu da sua degradação, coincidia aparecerem no mundo certos indivíduos que, pela sua inteireza de caráter e de censura, profligavam o proceder dos corrompidos edificando o assombro dos auditórios pela sua linha austera de exemplar conduta.

O último destes iniciados pregadores foi Jesus, o Cristo. Antes do seu calvário físico de dor, Jesus se havia crucificado voluntariamente no madeiro mais pesado e mais cruel da Renunciação. Este sacrifício é complemento da mais alta das virtudes, a qual, praticada, dispensa a leitura dos volumosos códigos de moral humana, porque ela, sozinha, sintetiza todos os Decálogos de Amor e de Perdão. Esta virtude chama-se Altruísmo.

Examinemos atentamente os mandamentos de todas as Religiões e vejamos se todos eles não são um salutar convite para que cada homem cuide um pouco menos de si e lembre-se um pouco mais de servir à Deus e a seu próximo…

Pela Renúncia, abandonamos a pátria, a família e os amigos, as honras, os prazeres e os direitos sociais, e nos dedicamos exclusivamente à Humanidade… Pelo Altruísmo, não abandonamos as cousas e as pessoas, mas auxiliamos o seu uso e o seu progresso. A Renúncia produz iniciados. O Altruísmo gera a Fraternidade. Os primeiros vivem nas Confrarias, e os segundos, esparsos pelo mundo. É claro, portanto, que aqueles podem e devem intervir nos negócios que interferem com a evolução da Humanidade.

Parte 2 – Clique aqui para ver a continuação deste conteúdo: https://www.eubiose.org.br/sagradas-escrituras-capitulo-02-de-10/

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