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O MISTÉRIO DOS NÚMEROS, DOS SONS E DAS CORES – Parte #01

Prof. Henrique José de Souza

A Sociedade Brasileira de Eubiose impulsiona o desenvolvimento mental, espiritual, científico e artístico entre os seres humanos, procurando em especial, o entendimento dos saberes referentes à consciência divina e também a produção múltipla da experiência humana. Sendo imprescindível a investigação, a crítica e a organização, para atribuição sentido cósmico e universal das informações

Como ciência os números não eram considerados pelos antigos como uma quantidade abstrata, mas uma virtude intrínseca e ativa absoluta, ligada à harmonia universal. Essa ciência sempre fora relacionada às forças vivas, as faculdades divinas em ação no mundo e na humanidade. 

Em escolas filosóficas e religiosas  díspares encontram-se diferentes exemplos da complexibilidade dos números, e com grande repetição a manifestação da tríplice, como Vontade, Sabedoria e Atividade; Pai, Filho e Espírito Santo; Brahmâ, Shiva e Vishnu. Tríplice manifestação atrelava aos refinamentos infinitos, a razão e a multiplicidade das coisas. 

Ligado à ciência dos números, o fenômeno dos sons acontece por meio da arte musical, na convergência da Harmonia, Melodia e Ritmo através das sete notas da escala. Da mesma forma que os números e a música, as cores que possuem sua vibração, dentro do espectro cromático, produzido pela repercussão ou eco (vibração) da Palavra ou Verbo, através dos vários estados de matéria. Efetivamente nos números, nos sons e nas cores há os grandes mistérios da vida.

A Tríade, o número três se repete em diferentes partes, como lei constitutiva das coisas e essência da vida, nos demonstra a escala da existência, se repetindo em diferentes lugares: desde a célula orgânica, parte do homem, até a clareza do Universo, como a energia da Luz. 

Segundo nos ensina uma das Estâncias de Dzyan, isto é, de que “Deus se divide para realizar o supremo sacrifício” 

De fato, nos números, nos sons e nas cores estão contidos os grandes mistérios da Vida. 

Por sua vez, Plutarco nos diz que “o homem se compõe de três corpos: o físico, o astral ou anímico e o espiritual”. E acrescenta: “Erram grandemente os que confundem o Espírito ou Inteligência (nous) com a Alma (Psyké). Não menos, os que confundem a Alma (Psyké) com o Corpo (Soma). 

Da união do Espírito com a alma, nasce a Razão; da união da Alma com o Corpo, nasce a Paixão. Daqueles três Elementos, a Terra deu o corpo; a Lua deu à alma e o Sol deu o Espírito; donde se conclui que, o Homem justo e consciente de todas essas coisas, é, ao mesmo tempo, durante sua vida física, um habitante da Terra, da Lua e do Sol.

Até mesmo no processo respiratório – ainda hoje desconhecido da Ciência oficial, como muitas outras coisas mais – vemos que é feito através dos três seguintes nâdis (canal, conduto etc.): Ida, narina esquerda ou lunar; Pingala, narina direita ou solar; e Sushumna, ambas as narinas (melhor dito, respiração central ou andrógina), por isso mesmo, o momento em que os verdadeiros Yogis procuram comunicar-se (ligar-se, unir-se, tal como o significado do termo Yoga: união, ligação etc.) com seu Eu divino (seu Pai, seu Cristo ou seu Deus, como querem outros).

Assim é que, partindo da Unidade – como dissemos no começo deste estudo, logo encontramos o número Três e a seguir, o Sete, perfazendo aquele misterioso número, que é o 137… de que os Livros sagrados evitam falar aos profanos, quanto mais quem de tal mistério nada conhece.

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