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	<title>Comentários sobre: A origem do Cristianismo</title>
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	<description>A esperaça da colheita reside na semente</description>
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		<title>Por: Ivani Medina</title>
		<link>http://eubiose.org.br/2009/09/30/a-vinda-do-cristo/comment-page-1/#comment-338</link>
		<dc:creator>Ivani Medina</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 14:49:55 +0000</pubDate>
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		<description>Por sorte, há muito tempo, comprei o livro &quot;A Origem do Cristianismo&quot;,do historiador russo Jacob Lentsman, num sebo aqui do Rio. Estava pesquisando o assunto e foi uma grata surpresa. No entanto, fiquei perplexo como homens tão inteligentes e bem equipados intelectualmente deixaram de desvendar, de uma vez por todas, a origem do cristianismo. A fonte era Bruno Bauer e não Engels. Na ânsia de puxar as brasas para as suas sardinhas do socialismo, Engels e seus discípulos deixaram passar o fundamental das conclusões de um grande estudioso do Novo Testamento: Jesus era um mito criado no segundo século e o cristianismo não surgiu diretamente do judaísmo, era mais grego do que judeu. Acontece que essas conclusões de um especialista não interessavam ao nascente socialismo de Engels e Marx. O cristianismo nunca foi embrião revolucionário popular coisa nenhuma, ao contrário, obra de uma elite intelectual e econômica. Entretanto, a versão oficial era interessante demais para ser desmascarada. Bauer estava certo, o cristianismo é grego mesmo. No primeiro século estourou um violento confronto cultural entre gregos e judeus. O motivo disso vinha se arrastando há séculos por causa do sectarismo judeu. Os gregos sonhavam com o ideal universal helenístico, no qual a humanidade se uniria num povo só. Mas os judeus o recusaram porque desejavam continuar judeus. Uma afronta imperdoável para os gregos que se consideravam de fato e de direito os tutores da humanidade. Intelectuais gregos, filósofos e historiadores, lançaram uma campanha de difamação contra os judeus atiçando o populacho contra eles. O ódio anti-judaico tornara-se um bem cultural. Para os gregos antigos odiar não era feio, era uma obrigação para com a sua comunidade, para com os amigos e parentes. No entanto, o proselitismo judeu avançava perigosamente cativando os gregos menos favorecidos. O período helenístico revolucionou o modo de vida do período clássico criando abismos sociais inexistentes no passado. Imensas fortunas contrastavam com o antigo modo de vida simples nas mesmas cidades. Os deuses das cidades nada podiam fazer pelos menos afortunados, mas o deus de Israel prometia o bom sucedimento aos que cumprissem as suas leis (Antigo Testamento), igualzinho como é hoje. Para os gregos, religião era coisa de mulher e escravo, uma válvula de escape aos segmentos menos favorecidos daquelas sociedades paroquiais. Portanto, os gregos não tinham como conter o progresso do proselitismo judeu e a proliferação assustadora desse povo. A saída foi à criação de um antídoto, um judaísmo grego que desautorizasse o judaísmo histórico. Podem verificar que a igreja patrística era constituída e liderada por intelectuais gregos. Constantino era grego; liquidou com Roma transferindo a capital do império para solo grego; no final do primeiro século noventa por cento da população de Roma era de origem grega; os libertos anatolianos conquistaram prestígio e fortunas que senador algum havia alcançado; nas ruas de Roma mais se ouvia grego do que latim. A excessiva importação de escravos cultos e especializados da Ásia Menor foi o Cavalo de Tróia de Roma. É mentira que o cristianismo havia se espalhado em todo império antes do século IV. O mitraísmo ainda imperava nessa época. Claro que a história é outra. O emérito historiador e professor da Sorbonne, Henri Irénèe Marrou (1904-1977), aconselhou aos futuros historiadores: “O historiador não avança sozinho ao encontro do passado. Aborda-o como representante do seu grupo.” Evidentemente, digo que ele “aconselhou” como um eufemismo, porque desde o quarto século da nossa Era a versão religiosa daquilo que se tornaria a história universal tornou-se obrigatória. A razão disso é que o cristianismo nunca foi uma simples religião, como se imagina. O cristianismo já nasceu como uma cultura religiosa. Uma religião, como a umbanda, por exemplo, nunca deteve o poder civil, o cristianismo já e isto de cara distingui religião de cultura religiosa. Tecnicamente o cristianismo se chama a nova cultura. A preocupação número um de uma cultura que se impõe é a educação, e, conseqüentemente, com o ensino. Todos os historiadores conhecidos são apaixonados cristãos, especialmente àqueles que se dedicaram à história da educação. A história tem o papel primordial na preservação do cristianismo e da filosofia que o sustenta. Toda documentação histórica encontra-se desde o quarto século sob a guarda da nova cultura que fez dela o que bem quis. Depois de dois mil anos, não é inconcebível que nada além de Tácito, Plínio o Jovem, Suetônio e Flávio Josefo (reconhecidamente adulterado) puderam ser apresentados? O Talmude é uma obra tardia cuja preocupação era falar mal de Jesus para proteger o judeu menos culto da propaganda cristã. Não existe nada a respeito de Jesus nem sobre o chamado cristianismo judeu fora da história cristã, como reconheceu Bruno Bauer. A defesa do Jesus histórico é na verdade o prosseguimento de um favorecimento ideológico. Como não existem argumentos históricos, argumentos filosóficos sobram no meio acadêmico confundindo os inexperientes. A história pode ser reconstruída sem maiores dificuldades porque não há crime perfeito. As afirmações que aqui faço estão nos mesmos livros que atestam a existência histórica de Jesus. Só não entendo como Lentsman não viu isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por sorte, há muito tempo, comprei o livro &#8220;A Origem do Cristianismo&#8221;,do historiador russo Jacob Lentsman, num sebo aqui do Rio. Estava pesquisando o assunto e foi uma grata surpresa. No entanto, fiquei perplexo como homens tão inteligentes e bem equipados intelectualmente deixaram de desvendar, de uma vez por todas, a origem do cristianismo. A fonte era Bruno Bauer e não Engels. Na ânsia de puxar as brasas para as suas sardinhas do socialismo, Engels e seus discípulos deixaram passar o fundamental das conclusões de um grande estudioso do Novo Testamento: Jesus era um mito criado no segundo século e o cristianismo não surgiu diretamente do judaísmo, era mais grego do que judeu. Acontece que essas conclusões de um especialista não interessavam ao nascente socialismo de Engels e Marx. O cristianismo nunca foi embrião revolucionário popular coisa nenhuma, ao contrário, obra de uma elite intelectual e econômica. Entretanto, a versão oficial era interessante demais para ser desmascarada. Bauer estava certo, o cristianismo é grego mesmo. No primeiro século estourou um violento confronto cultural entre gregos e judeus. O motivo disso vinha se arrastando há séculos por causa do sectarismo judeu. Os gregos sonhavam com o ideal universal helenístico, no qual a humanidade se uniria num povo só. Mas os judeus o recusaram porque desejavam continuar judeus. Uma afronta imperdoável para os gregos que se consideravam de fato e de direito os tutores da humanidade. Intelectuais gregos, filósofos e historiadores, lançaram uma campanha de difamação contra os judeus atiçando o populacho contra eles. O ódio anti-judaico tornara-se um bem cultural. Para os gregos antigos odiar não era feio, era uma obrigação para com a sua comunidade, para com os amigos e parentes. No entanto, o proselitismo judeu avançava perigosamente cativando os gregos menos favorecidos. O período helenístico revolucionou o modo de vida do período clássico criando abismos sociais inexistentes no passado. Imensas fortunas contrastavam com o antigo modo de vida simples nas mesmas cidades. Os deuses das cidades nada podiam fazer pelos menos afortunados, mas o deus de Israel prometia o bom sucedimento aos que cumprissem as suas leis (Antigo Testamento), igualzinho como é hoje. Para os gregos, religião era coisa de mulher e escravo, uma válvula de escape aos segmentos menos favorecidos daquelas sociedades paroquiais. Portanto, os gregos não tinham como conter o progresso do proselitismo judeu e a proliferação assustadora desse povo. A saída foi à criação de um antídoto, um judaísmo grego que desautorizasse o judaísmo histórico. Podem verificar que a igreja patrística era constituída e liderada por intelectuais gregos. Constantino era grego; liquidou com Roma transferindo a capital do império para solo grego; no final do primeiro século noventa por cento da população de Roma era de origem grega; os libertos anatolianos conquistaram prestígio e fortunas que senador algum havia alcançado; nas ruas de Roma mais se ouvia grego do que latim. A excessiva importação de escravos cultos e especializados da Ásia Menor foi o Cavalo de Tróia de Roma. É mentira que o cristianismo havia se espalhado em todo império antes do século IV. O mitraísmo ainda imperava nessa época. Claro que a história é outra. O emérito historiador e professor da Sorbonne, Henri Irénèe Marrou (1904-1977), aconselhou aos futuros historiadores: “O historiador não avança sozinho ao encontro do passado. Aborda-o como representante do seu grupo.” Evidentemente, digo que ele “aconselhou” como um eufemismo, porque desde o quarto século da nossa Era a versão religiosa daquilo que se tornaria a história universal tornou-se obrigatória. A razão disso é que o cristianismo nunca foi uma simples religião, como se imagina. O cristianismo já nasceu como uma cultura religiosa. Uma religião, como a umbanda, por exemplo, nunca deteve o poder civil, o cristianismo já e isto de cara distingui religião de cultura religiosa. Tecnicamente o cristianismo se chama a nova cultura. A preocupação número um de uma cultura que se impõe é a educação, e, conseqüentemente, com o ensino. Todos os historiadores conhecidos são apaixonados cristãos, especialmente àqueles que se dedicaram à história da educação. A história tem o papel primordial na preservação do cristianismo e da filosofia que o sustenta. Toda documentação histórica encontra-se desde o quarto século sob a guarda da nova cultura que fez dela o que bem quis. Depois de dois mil anos, não é inconcebível que nada além de Tácito, Plínio o Jovem, Suetônio e Flávio Josefo (reconhecidamente adulterado) puderam ser apresentados? O Talmude é uma obra tardia cuja preocupação era falar mal de Jesus para proteger o judeu menos culto da propaganda cristã. Não existe nada a respeito de Jesus nem sobre o chamado cristianismo judeu fora da história cristã, como reconheceu Bruno Bauer. A defesa do Jesus histórico é na verdade o prosseguimento de um favorecimento ideológico. Como não existem argumentos históricos, argumentos filosóficos sobram no meio acadêmico confundindo os inexperientes. A história pode ser reconstruída sem maiores dificuldades porque não há crime perfeito. As afirmações que aqui faço estão nos mesmos livros que atestam a existência histórica de Jesus. Só não entendo como Lentsman não viu isso.</p>
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		<title>Por: Evany</title>
		<link>http://eubiose.org.br/2009/09/30/a-vinda-do-cristo/comment-page-1/#comment-316</link>
		<dc:creator>Evany</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 17:04:17 +0000</pubDate>
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		<description>A origem do cristianismo é difusa, podendo-se distinguir influencias de cultos e filosofias muito anteriores. E de tal forma que a Igreja católica teve que integrar -como mãe eclética- as datas destes cultos e tradições, como o Zoroastrismo, o culto de Cybele na Asia Menor com o 1º de Maio, e festas equinociais, das colheitas, etc. Tudo muito mais antigo que o advento do cristianismo. No Ocidente, a mais antiga cidade europeia, que podemos chamar de Vaticano Nº 1,e que é Braga foi onde o cristianismo começõu. No ano 49 AC, foi ordenado o 1ª Arcebispo discípulo de São Jacób Santiago)Pois naqueles tempos viaja-se muito, entre o oeste europeu e o Mediterrâneo. Pitagoras deixou provas de sua estada na Grã Bretanha e o irmão de Jesus, Santiago esteve em Braga e Santiago de Compostela, onde foi preceptor i iniciador do cristianismo. Os habitantes da região eram os Braccaros, povo celta, que dominavam o oesta da punínsula, as ilhas britânicas e a França. Os germânicos nada tinham a haver ainda com este começo do cristianismo. Porem os gregos, romanos, etíopes, celtas, etc já conheciam a doutrina que pregava uma filosofia de paz, frente à violenta dominação dos romanos. A Galecia e a Irlanda foram as primeiras nações cristãs no mundo da época.  A seguir a Bretanha e depois a Europa. O velho sacerdote Drúida com seu BÁCULO, foi assimilado pelo nascente cristianismo celta como eminência na religião. Décadas depois os mosteiros foram sendo construidos e missionários partiam para a catequese de restantes europeus. Levavam burrinhos carregados de farinha, remédios e construiam templos onde contavam aos camponeses maravilhados a historia de Jesus. A igreja recem construida e muito simples, era o local de aulas, catequese, silo, hospital,distribuição de paes aos pobres. Assim começou a Igreja. Católica porque o evento do cristianismo universalizou-se. Só uns 300 anos depois é que as missões cristãs alcançaram os povos germânicos - seja porque estas tribos começaram a migrar para a península ibérica, a Bretanha, etc, seja porque padres missionários viajavam ao norte da Europa para converter os nórdicos.Os missionários utilizaram uma admiravel nova para seduzir os reis bárbaros: saber ler, escrever, saber a lingua sábia, o latim. E através do Evangelho iam os bárbaros aprendendo a ler e ao mesmo tempo sendo catequizados. Era a última palavra em termos de conhecimento, e que inspirava o maior respeito!Como ainda não havia imprensa, os evangelhos eram escritos em latim e ilustrados com iluminuras desenhadas à mão pelos frades irlandeses em seus mosteiros. Quase simultaneamente ao surgimento do cristianismo na capital da Galecia, a seguir, o cristianismo espalhou0se pela Asia Menor -Cilicia- tambem como na Irlanda, com numerosos mosteiros. A herança celta foi básica para a formação e difusão do cristianismo, porem foi combatida mais tarde pelo arcebispo suevo (germânico)de Braga, que filiou a Igreja Celta ao ritual e maneira romana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A origem do cristianismo é difusa, podendo-se distinguir influencias de cultos e filosofias muito anteriores. E de tal forma que a Igreja católica teve que integrar -como mãe eclética- as datas destes cultos e tradições, como o Zoroastrismo, o culto de Cybele na Asia Menor com o 1º de Maio, e festas equinociais, das colheitas, etc. Tudo muito mais antigo que o advento do cristianismo. No Ocidente, a mais antiga cidade europeia, que podemos chamar de Vaticano Nº 1,e que é Braga foi onde o cristianismo começõu. No ano 49 AC, foi ordenado o 1ª Arcebispo discípulo de São Jacób Santiago)Pois naqueles tempos viaja-se muito, entre o oeste europeu e o Mediterrâneo. Pitagoras deixou provas de sua estada na Grã Bretanha e o irmão de Jesus, Santiago esteve em Braga e Santiago de Compostela, onde foi preceptor i iniciador do cristianismo. Os habitantes da região eram os Braccaros, povo celta, que dominavam o oesta da punínsula, as ilhas britânicas e a França. Os germânicos nada tinham a haver ainda com este começo do cristianismo. Porem os gregos, romanos, etíopes, celtas, etc já conheciam a doutrina que pregava uma filosofia de paz, frente à violenta dominação dos romanos. A Galecia e a Irlanda foram as primeiras nações cristãs no mundo da época.  A seguir a Bretanha e depois a Europa. O velho sacerdote Drúida com seu BÁCULO, foi assimilado pelo nascente cristianismo celta como eminência na religião. Décadas depois os mosteiros foram sendo construidos e missionários partiam para a catequese de restantes europeus. Levavam burrinhos carregados de farinha, remédios e construiam templos onde contavam aos camponeses maravilhados a historia de Jesus. A igreja recem construida e muito simples, era o local de aulas, catequese, silo, hospital,distribuição de paes aos pobres. Assim começou a Igreja. Católica porque o evento do cristianismo universalizou-se. Só uns 300 anos depois é que as missões cristãs alcançaram os povos germânicos &#8211; seja porque estas tribos começaram a migrar para a península ibérica, a Bretanha, etc, seja porque padres missionários viajavam ao norte da Europa para converter os nórdicos.Os missionários utilizaram uma admiravel nova para seduzir os reis bárbaros: saber ler, escrever, saber a lingua sábia, o latim. E através do Evangelho iam os bárbaros aprendendo a ler e ao mesmo tempo sendo catequizados. Era a última palavra em termos de conhecimento, e que inspirava o maior respeito!Como ainda não havia imprensa, os evangelhos eram escritos em latim e ilustrados com iluminuras desenhadas à mão pelos frades irlandeses em seus mosteiros. Quase simultaneamente ao surgimento do cristianismo na capital da Galecia, a seguir, o cristianismo espalhou0se pela Asia Menor -Cilicia- tambem como na Irlanda, com numerosos mosteiros. A herança celta foi básica para a formação e difusão do cristianismo, porem foi combatida mais tarde pelo arcebispo suevo (germânico)de Braga, que filiou a Igreja Celta ao ritual e maneira romana.</p>
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		<title>Por: Gábner Guimarães</title>
		<link>http://eubiose.org.br/2009/09/30/a-vinda-do-cristo/comment-page-1/#comment-243</link>
		<dc:creator>Gábner Guimarães</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 21:56:10 +0000</pubDate>
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		<description>Está claro, amigo Antônio Manuel, que o senhor está imerso, como a grande maioria, no campo da &quot;opinião&quot; (do grego DOXA). Quando adentrar nos domínios do conhecimento (SOPHIA), certamente renovará teu olhar, pois é isso que Ele faz... Mestre da Ilusão? De fato, não se chama Yeoshua Ben Pandira... este veio nos libertar... e sim, sua mensagem foi atualizada e alargada com a dimensão do pensamento eubiótico ministrado pelo estimado Professor Henrique. Conheça-o.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Está claro, amigo Antônio Manuel, que o senhor está imerso, como a grande maioria, no campo da &#8220;opinião&#8221; (do grego DOXA). Quando adentrar nos domínios do conhecimento (SOPHIA), certamente renovará teu olhar, pois é isso que Ele faz&#8230; Mestre da Ilusão? De fato, não se chama Yeoshua Ben Pandira&#8230; este veio nos libertar&#8230; e sim, sua mensagem foi atualizada e alargada com a dimensão do pensamento eubiótico ministrado pelo estimado Professor Henrique. Conheça-o.</p>
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	<item>
		<title>Por: Antonio Manuel de A. P.S. Martins</title>
		<link>http://eubiose.org.br/2009/09/30/a-vinda-do-cristo/comment-page-1/#comment-223</link>
		<dc:creator>Antonio Manuel de A. P.S. Martins</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 21:41:45 +0000</pubDate>
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		<description>Olá. Dentro desta dualidade que me acho envolvido (falo sempre por mim, e tão somente)encaro a encarnação do Avatara &quot;Cristo&quot;, como uma mensagem, como uma opção, como um caminho a ser seguido.Me transmite o caminho do coração, do amor, do emocional... abdicando desta maneira ao mental. Não vejo indução alguma, apenas uma opção, a ser colocada numa &quot;balança&quot; muito especial, de tal sorte que, desperte aí um terceiro caminho.....aquele que vai nos levar de volta a essência. Não acredito no caminho do bem, muito menos no do mal, mas sempre estamos inseridos num dos dois!!!! Concordo com o autor quanto aos Essênios principalmente. Creio mesmo, que se soubessemos um pouco mais das práticas adotadas por eles e as usássemos, teríamos uma vida bem mais iluminada. Tenho o Cristo como um &quot;idolo&quot;, um irmão maior, um &quot;super-herói&quot;, aquele mais próximo, até pela data de sua aparição, mas que a sua mensagem foi TOTALMENTE deturpada, corrompida....sim, infelizmente o foi. Quando o autor escreve: &quot;O cristianismo impõe a igualdade de todos os homens perante Deus&quot;. Isto não é verdade, pois Maria Madalena é retratada como uma prostituta....aí alguém diz: - ...sim ,mas Jesus a tratou como igual, Jesus concedeu-lhe o perdão, etc...oras, que perdão se somos iguais? Oras bolas....Maria Madalena era descedente uma das 1 tribos de Israel, vinha de uma familia abastada, talvez dentro dos apóstolos ( ela não era uma também?)a mai esclarecida e culta, o sustentáculo para a Avatar (a) que veio viver uma verdadeira experiência humana. Sempre que me embrenho no estudo da &quot;descida da Lei&quot;, me deparo apaixonadamente com a mensagem trazida e não com a ilusão ( Maya) que &quot;querem&quot; me empurrar. Tento a todo custo fugir das tentações mentais do Mestre da Ilusão.
Isto é apenas uma opinião hoje, amanhã poderá ser totalmente adversa. Grato.

A:.M:.M:.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá. Dentro desta dualidade que me acho envolvido (falo sempre por mim, e tão somente)encaro a encarnação do Avatara &#8220;Cristo&#8221;, como uma mensagem, como uma opção, como um caminho a ser seguido.Me transmite o caminho do coração, do amor, do emocional&#8230; abdicando desta maneira ao mental. Não vejo indução alguma, apenas uma opção, a ser colocada numa &#8220;balança&#8221; muito especial, de tal sorte que, desperte aí um terceiro caminho&#8230;..aquele que vai nos levar de volta a essência. Não acredito no caminho do bem, muito menos no do mal, mas sempre estamos inseridos num dos dois!!!! Concordo com o autor quanto aos Essênios principalmente. Creio mesmo, que se soubessemos um pouco mais das práticas adotadas por eles e as usássemos, teríamos uma vida bem mais iluminada. Tenho o Cristo como um &#8220;idolo&#8221;, um irmão maior, um &#8220;super-herói&#8221;, aquele mais próximo, até pela data de sua aparição, mas que a sua mensagem foi TOTALMENTE deturpada, corrompida&#8230;.sim, infelizmente o foi. Quando o autor escreve: &#8220;O cristianismo impõe a igualdade de todos os homens perante Deus&#8221;. Isto não é verdade, pois Maria Madalena é retratada como uma prostituta&#8230;.aí alguém diz: &#8211; &#8230;sim ,mas Jesus a tratou como igual, Jesus concedeu-lhe o perdão, etc&#8230;oras, que perdão se somos iguais? Oras bolas&#8230;.Maria Madalena era descedente uma das 1 tribos de Israel, vinha de uma familia abastada, talvez dentro dos apóstolos ( ela não era uma também?)a mai esclarecida e culta, o sustentáculo para a Avatar (a) que veio viver uma verdadeira experiência humana. Sempre que me embrenho no estudo da &#8220;descida da Lei&#8221;, me deparo apaixonadamente com a mensagem trazida e não com a ilusão ( Maya) que &#8220;querem&#8221; me empurrar. Tento a todo custo fugir das tentações mentais do Mestre da Ilusão.<br />
Isto é apenas uma opinião hoje, amanhã poderá ser totalmente adversa. Grato.</p>
<p>A:.M:.M:.</p>
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		<title>Por: admin</title>
		<link>http://eubiose.org.br/2009/09/30/a-vinda-do-cristo/comment-page-1/#comment-196</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2010 11:35:33 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Luiz,
A monografia do Sr. Antônio  Castaño Ferreira pode ser adquirida, na íntegra, junto ao Conselho de Estudos e Publicações, ou através do e-mail cep@eubiose.org.br. Pretendemos incluir novos artigos do autor em futuras atualizações do site.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Luiz,<br />
A monografia do Sr. Antônio  Castaño Ferreira pode ser adquirida, na íntegra, junto ao Conselho de Estudos e Publicações, ou através do e-mail <a href="mailto:cep@eubiose.org.br">cep@eubiose.org.br</a>. Pretendemos incluir novos artigos do autor em futuras atualizações do site.</p>
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	</item>
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		<title>Por: Luiz Eduardo</title>
		<link>http://eubiose.org.br/2009/09/30/a-vinda-do-cristo/comment-page-1/#comment-192</link>
		<dc:creator>Luiz Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2010 13:43:44 +0000</pubDate>
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		<description>Eu sempre me deleito com a Filosofia Cristã. E este &quot;Esteio&quot; do Professor Henrique - CAF - me passou despercebido. Como posso encontrar sua Monografia?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre me deleito com a Filosofia Cristã. E este &#8220;Esteio&#8221; do Professor Henrique &#8211; CAF &#8211; me passou despercebido. Como posso encontrar sua Monografia?</p>
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		<title>Por: admin</title>
		<link>http://eubiose.org.br/2009/09/30/a-vinda-do-cristo/comment-page-1/#comment-120</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:01:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://eubiose.org.br/?p=827#comment-120</guid>
		<description>Olá José,
Agradecemos sua indicação e avaliaremos o material recebido com o devido cuidado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá José,<br />
Agradecemos sua indicação e avaliaremos o material recebido com o devido cuidado.</p>
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		<title>Por: José Marcos Prates Bastos</title>
		<link>http://eubiose.org.br/2009/09/30/a-vinda-do-cristo/comment-page-1/#comment-118</link>
		<dc:creator>José Marcos Prates Bastos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:36:18 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados Eubióticos   
   Enviei a voces a alguns dias, um site: www.trilogiaanalitica.com.br, que é uma instituição que tem  ensinamentos sobre o Brasil semelhante a de voces. Como não recebi nenhum retorno, não sei se a mensagem chegou e nem se voces já conhecem tal instituição. Gostaria, se possível, deste retorno. Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados Eubióticos<br />
   Enviei a voces a alguns dias, um site: <a href="http://www.trilogiaanalitica.com.br" rel="nofollow">http://www.trilogiaanalitica.com.br</a>, que é uma instituição que tem  ensinamentos sobre o Brasil semelhante a de voces. Como não recebi nenhum retorno, não sei se a mensagem chegou e nem se voces já conhecem tal instituição. Gostaria, se possível, deste retorno. Obrigado.</p>
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